Premiação de Mãe Biata de Iyemonjá no Senado
Mãe Biata de Iyemonjá recebe o prêmio Bertha Lutz no Senado Federal
" Sou de uma religião em que o tempo é ancestralidade.
A fruta só dá no seu tempo, a folha só cai na hora certa."
Beatriz Moreira Costa, Biata, Mãe Biata de Iyemonjá foi iniciada no Candomblé de Alaketu em 1955 na Bahia.
Yalodê dos nossos tempos, a mulher negra, atriz, escritora, yalorixá, ativista e presidente de da organização de mulheres negras CRIOLA, mudou-se para Miguel Couto, bairro do município de Nova Iguaçu, lugar que escolheu viver e criar seus filhos e onde desenvolve seu trabalho político, cultural e religioso.
Mãe Biata de Iyemonjá é reconhecida e admirada no Brasil e no exterior por sua luta intransigente em defesa liberdade de mulheres e homens do julgo do racismo e por uma sociedade mais justa, sem explorados e exploradores


